domingo, 16 de setembro de 2012

Análise do plantel: Paulo Lopes, Mika e Júlio César


Paulo Lopes - 13 anos depois, o português volta ao clube que o lançou no mundo do futebol, o seu clube de coração, o Benfica. Volta mais forte. Mais experiente.

Depois de ter realizado uma época fantástica ao serviço do Feirense, o Benfica não pensou duas vezes em contratá-lo. Foi possível aliar duas componentes importantíssimas na formação do plantel. Em primeiro lugar, sendo um jogador da formação encarnada, foi preenchida uma das 8 vagas (requeridas pela FIFA) de jogadores formados no clube. Em segundo lugar, foi possível contar com um guarda-redes de qualidade acima da média e que acima de tudo não irá causar problemas devido ao facto de ser segunda opção.

O jogador formado na Luz, de 34 anos, é um guarda redes fortíssimo entre os postes, que não sendo propriamente alto (1,84 cm), domina com relativa facilidade o jogo aéreo (cruzamentos). Pode vir a tornar-se numa voz activa no balneário, transmitindo a mística que, muitas vezes, parece faltar no plantel.


Mika -  Revelou-se no Leiria e fez um mundial sub-20 fantástico. O internacional português tem uma margem de progressão enorme e só não será nº1 da selecção graças ao Rui Patrício. Não duvido que será o nº1 do Benfica num par de anos.


Júlio César - Sempre tive admiração por Júlio César, apesar de ter falhado em Anfield Road. Ainda é novo, para esta posição,  e tem alguma margem de progressão. É uma mais valia para o plantel que conta com um bom guarda-redes para 2ª ou 3ªa opção.

Visto por: Observador nato e João David Silva Carvalho

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